“A ERA DA COMUNICAÇÃO EM MASSA”

•novembro 2, 2007 • 1 Comentário

O mundo da wikynomics transforma instituições em sociedades através da colaboração em massa como o caso da empresa de mineração de ouro  Goldcorp Inc. A empresa passava por situação de risco, pelo fato de grandes dívidas que se prolongavam e pelo alto custo de produção, as condições do mercado também não estavam favoráveis. Analistas acreditavam que a mina da empresa em Red Lake, Ontário,  e juntamente a Goldcorp estivessem à beira da falência. 

McEwen mesmo com pouca experiência neste setor mas muito audacioso resolveu reunir o grupo de geólogos e os ofereceu US$10 milhões como incentivo para novas perfurações, após algumas semanas uma grande descoberta perfurações de teste sugeriam novas e grandes jazidas de ouro, cuja quantidade era trinta vezes superior a que era extraída até aquele momento.

Alguns anos se passaram e a empresa volta a decair e McEwen via que se os funcionários da empresa não conseguiam achar o ouro de Red Lake  talvez outras pessoas pudessem conseguir  e a maneira de fazer isso seria a mesma usada por Torvalds do Linux, abrir o processo de exploração através da internet.

Em março de 2000 oficializou – se o desafio, um prêmio de US$575 mil foi oferecido aos participantes que tivessem os melhores métodos e estimativas.

Em poucas semanas haviam milhares de pessoas inscritas das mais variadas áreas todos com o mesmo objetivo. Eles identificaram 110 alvos na propriedade Red Lake , dos quais 50% não haviam sido identificados ainda, mais de 80% dos novos alvos produziram quantidades significativas de ouro. Desde o inicio do desafio foram encontradas 230 toneladas de ouro em tempo de exploração reduzido.

McEwen  começa a ver as coisas de outra forma, percebeu que não existe limites para mentes criativas e qualificadas para fazer novas descobertas em sua organização e ao compartilhar propriedade intelectual pode explorar o poder da genialidade a da competência coletiva.

As sociedades sempre foram impulsionadas por constantes mudanças, principalmente as de cunho cultural, econômicas e tecnológicas que dão acesso e oportunidades as pessoas de se inserir e interagir.

Estamos entrando numa nova era na qual os indivíduos comuns são os grandes protagonistas, participando da economia global como nunca, deixando de lado os níveis hierárquicos estabelecidos por empresas tradicionais. Neste cenário o que reina é a colaboração em massa, mudando a maneira como os bens e serviços são criados, produzidos, comercializados e distribuídos.

Os indivíduos têm a oportunidade de conectividade livremente em redes de colaboração como o MySpace, Linux,  Youtube e Wikipédia produzindo conteúdos, bens e serviços, contribuindo globalmente, criando valor, competindo e participando das inovações e conseqüentemente criando riquezas nos mais variados setores da economia mundial.

É um novo modelo de inovação chamado de peer production ou de peering onde grupos e pessoas de empresas colaboram igualmente de forma ampla e aberta para alavancar o crescimento e inovação nos seus ramos de atuação, tornando a economia mais produtiva e dinâmica.

A nova era de participação tem como grande aliada as “armas de colaboração em massa” onde novas infra – estruturas e de baixo custo permitem que milhares de pessoas e pequenos produtores cheguem aonde apenas grandes grupos podiam chegar. Com esse novo modelo de colaboração as empresas que estiverem bem preparadas e adaptadas sobreviverão.

Milhões de pessoas compartilham conteúdos e opiniões na blogosfera, uma rede auto – organizada com milhões de sites atualizados a cada segundo, permitindo que o individuo compartilhe conhecimento, informações e opiniões abertamente onde qualquer um pode usar e modificar tornando o peering uma atividade social que vai alem dos interesses comerciais, pois as pessoas poderão ajudar e se ajudadas com informações tanto em se tratando de doenças genéticas quanto em prever mudanças climáticas globais, enfim na busca de novas descobertas que só irão contribuir para a humanidade.

Essa nova revolução cria possibilidades de bilhões de pessoas desempenharem ativamente a colaboração em massa  tanto no seu local de trabalho, comunidades, quanto na economia global rompendo com os métodos tradicionais utilizados para a concretização do sucesso e a construção de riqueza, fazendo com que um novo tipo de empresa nasça e de portas abertas para o mundo.

   

 

      

Palestra com Wagner Martins

•novembro 1, 2007 • Deixe um comentário

Palestra do dia 23/10 com o economista Wagner Martins  coordenador do Marketing viral  da agência Espalhe .

A Espalhe funciona de uma forma não muito convêncional em se tratando de agências que na maioria das vezes seguem um mesmo padrão funcional.

Ela não tem mídia portanto não tem comissão com compra de espaço, eles vendem um plano de guerrilha, a partir do briefing.

 O cliente chega e já paga um adiantamento aí se monta o planejamento aí se o cliente aceitar passa para a criação. o grande lance é que eles querem chegar aonde a propaganda convencional não chegabuscando para isso novas tendências.

Os temas centrais da palestra foi o Marketing de guerrilha e o marketing viral.

No meu ponto de vista a palestra foi interessante, gostei muito do jeito que a Espalhe trabalha.  

10 anos de GUGGENHEIM

•outubro 3, 2007 • Deixe um comentário

O museu de Bilbao completa uma década!

  • Inauguração: Outubro 2007
  • 40 mil desenhos arquitetônicos
  • a construção levou dois anos e meio 
  • consumiu 40 mil horas de trabalho de engenharia

Leia reportagem

www.istoe.com.br

À espera da TV digital

•setembro 26, 2007 • Deixe um comentário

O próximo dia 2 de dezembro foi programado para ser um marco na história da TV brasileira. É quando se inaugura oficialmente a televisão digital no Brasil. A partir desse dia, os recursos de alta definição e interatividade da nova tecnologia estarão disponíveis para os moradores de São Paulo, cidade que concentra 12% dos televisores do país. A maior parte da população — que precisará ter um aparelho adaptador cujo custo está estimado em cerca de 800 reais — pouco ou nada vai notar de imediato. Mas, nos bastidores das emissoras, da indústria e principalmente do mercado publicitário, as mudanças são mais uma etapa de uma longa corrida de obstáculos para ver quem chega primeiro e de forma mais eficaz ao telespectador de uma nova mídia. Em jogo está um desafio tão ou mais difícil do que o enfrentado pela publicidade com a internet no fim da década de 90: fazer dinheiro num mercado novo e fragmentado.

As cifras envolvidas são gigantescas e ainda difíceis de estimar com precisão. Estudos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) encomendados pelo governo federal estimam que só as emissoras de TV deverão investir 5,5 bilhões de reais em equipamentos nos primeiros cinco anos da mudança. Todos os grandes fabricantes de eletroeletrônicos, por sua vez, começam a vender a partir de dezembro um adaptador para conectar as TVs ao novo sinal, o set-top box. Serão pelo menos 50 milhões de aparelhinhos até 2016 — um mercado emergente de pelo menos 125 bilhões de reais. Sem falar na troca progressiva de televisores e nos novos aparelhos que surgirão em decorrência da tecnologia, criando um mundo tão rico em oportunidades quanto em riscos para o mercado publicitário.

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0902/marketing/m0138752.html

“A Internet é uma extensão especializada dos mecanismos, como a comunicação, que mantêm a sociedade.”

•setembro 18, 2007 • Deixe um comentário

A internet  se tornou um meio de comunicação em massa ” o transporte de comunicação”, interferindo de forma tanto positiva quanto negativa mudando comportamentos, ela passou as ser a linguagem do nosso dia-a-dia, atingindo com grande eficácia o público,   com o impacto da novas tecnologias, a cada instante tudo se torna obsoleto  aí você vai em busca de mais e mais informações, inovações, e constantes mudanças. Acredito que ela é também uma forma de inserção social

Game “Tabula Rasa” tenta mudar mundo dos jogos online

•setembro 9, 2007 • Deixe um comentário

Uma nova forma de diversão on line “Tabula Rasa”, um título de ficção científica ,  promete mudar a histórias dos jogos pois permitem que milhares de jogadores explorem o mundo virtual ao mesmo tempo.

A história é a seguinte:  no futuro próximo, alienígenas invadem a Terra e destroem quase toda a humanidade. Os únicos sobreviventes são os jogadores, e eles precisam viajar a outros planetas a fim de derrotar os agressores.

Os jogadores não podem matar e roubar e esperar que as pessoas em volta não notem nada. A escolha existe, mas ela tem um preço.

A idéia do seu criador Garriott  não é apenas de um jogo, de fantasias , ele quer inovar.

 Ele teve de inventar uma língua universal, uma tarefa que o fez passar meses estudando hieróglifos egípcios, chinês antigo e mesmo sinalização para eventos internacionais como os Jogos Olímpico.

Confira vídeos:

http://www.youtube.com/watch?v=lbcQiv7_7YI&mode=related&search=

” VENDE COMO ÁGUA

•setembro 6, 2007 • Deixe um comentário

Como o brasileiro Carlos Ricardo comandou a gênese da H2O! Um produto desacreditado que virou sucesso.

Confira matéria http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0901/marketing/m0137599.html